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 NOTIFICAÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE (IRAS) ASSOCIADAS AO SARS-CoV-2 (COVID)Formulário | Altera Ficha |  Imprimir Formulário

 


NOTIFICAÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE

(IRAS) ASSOCIADAS AO SARS-CoV-2 (COVID-19) NOS SERVIÇOS DE SAÚDE 

 

Este formulário destina-se à notificação dos casos de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) associadas ao SARS-CoV-2 (IRAS COVID-19) identificadas durante a internação de pacientes em serviços de saúde brasileiros.

As Comissões de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) dos serviços de saúde devem realizar a coleta de dados sobre os casos de IRAS associadas ao SARS-CoV-2, conforme critério diagnóstico (definição de caso) descrito na Nota Técnica  GVIMS/GGTES/Anvisa nº 07/2020, e notificá-los de forma consolidada, mensalmente, até o 15° dia do mês subsequente ao mês de vigilância.

A notificação dos dados deve ser mensal, no entanto, é importante ressaltar que, ao detectar casos de transmissão de SARS-CoV-2 em pacientes internados no serviço de saúde, as medidas de prevenção e controle descritas nas Notas Técnicas  GVIMS/GGTES/Anvisa nº 04/2020, nº 06/2020, nº 07/2020 e nº 08/2020 devem ser reforçadas.

 

Os indicadores que serão elaborados a partir dos dados notificados neste formulário:

Densidade de incidência de IRAS - COVID-19 na(s) UTI (s)* do serviço de saúde

= nº de casos de IRAS - COVID-19 na(s) UTI(s) no mês de vigilância

              nº de pacientes-dia da(s) UTI(s) no mês de vigilância

 

Incidência de IRAS - COVID-19 na(s) UTI (s)* do serviço de saúde

= nº de casos de IRAS - COVID-19 na(s) UTI(s)  no mês de vigilância

    nº total de pacientes internados na(s) UTI(s) no mês de vigilância

 

Incidência de IRAS - COVID-19 em todas as unidades de internação* (não UTI) do serviço de saúde

= nº de casos de IRAS - COVID-19 em todas as unidades de internação** no mês de vigilância                        

    nº total de pacientes internados em todas as unidades de internação** no mês de vigilância

 

Incidência de IRAS - COVID-19 em todo o serviço de saúde (unidades de internação* e UTIs)

= nº de casos de IRAS - COVID-19 em todo o serviço de saúde no mês de vigilância                                 

    nº total de pacientes internados em todo o serviço de saúde no mês de vigilância

 


Ressaltamos que, de acordo com as orientações do Ministério da Saúde, os casos que evoluírem para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) também devem ser notificados no sistema de informação SIVEP-Gripe, devendo ser informado na ficha de notificação que se trata de um caso nosocomial (IRAS), sendo que existe um campo destinado especificamente para essa informação. O link de acesso ao SIVEP-Gripe é:  https://sivepgripe.saude.gov.br/sivepgripe/login.html?0 

 

*Os indicadores podem ser elaborados por tipo de UTI (Adulto, Pediátrica ou Neonatal).

**Neste formulário, unidade de internação refere-se a qualquer setor do serviço de saúde, com exceção da UTI, em que ocorre internação de paciente, como por exemplo: enfermarias, quartos, sala vermelha, sala amarela, unidade de terapia semi-intensiva, etc.

 


NOTA TÉCNICA GVIMS/GGTES/Anvisa nº 07/2020 

 http://portal.anvisa.gov.br/documents/33852/271858/NOTA+T%C3%89CNICA+-GIMS-GGTES-ANVISA+N%C2%BA+07-2020/f487f506-1eba-451f-bccd-06b8f1b0fed6

1. Critérios epidemiológicos para pacientes pediátricos e adultos

 

Critério 1: Paciente internado por período >14 dias

 

Paciente internado por > 14 dias, por outro diagnóstico E

 

Com infecção pelo SARS-CoV-2 confirmada por RT-PCR em tempo real em amostra*1 coletada após o 14º dia de internação

 

Critério  2: Paciente internado por período > 7 dias e ≤ 14 dias*

 

Paciente internado por > 7 dias e ≤ 14 dias, por outro diagnóstico E

 

Não foi classificado como suspeito ou confirmado de infecção por SARS-CoV-2*2   durante os 7 primeiros dias de internação*3   E

 

Com infecção pelo SARS-CoV-2 confirmada por RT-PCR em tempo real em amostra*1 coletada após o 7º dia de internação E

 

Durante a internação, teve vínculo epidemiológico de contato desprotegido *5 com:

a.      profissional de saúde com infecção pelo SARS-CoV-2 confirmada por RT-PCR em tempo real *1, *4 OU  

b.      outro paciente com infecção pelo SARS-CoV-2 confirmada por RT-PCR em tempo real  na mesma enfermaria ou em leito de UTI sem isolamento*1, *4   OU 

c.       acompanhante ou visitante com infecção pelo SARS-CoV-2 confirmada por RT-PCR tempo real  *1, *4  

 

 

Observações:

 

*1 Amostra de: swab  de naso ou orofaringe OU aspirado de naso ou orofaringe OU aspirado traqueal OU lavado broncoalveloar.

*2 Conforme definição de caso suspeito e confirmado do Ministério da Saúde: https://coronavirus.saude.gov.br/definicao-de-caso-e-notificacao

*3 Para paciente com até 7 dias de internação, a infecção por SARS-CoV-2 será considerada de origem comunitária

 *4 Para pacientes com até 7 dias de internação, a infecção por SARS-CoV-2 será considerada de origem comunitária ou originária de outro hospital, caso o paciente tenha internação prévia.

*5 Esse contato desprotegido do paciente com o profissional de saúde ou com outro paciente ou com acompanhante/visitante COVID-19 positivo (por RT-PCR em tempo

 real*2) deve ter ocorrido a partir de 2 dias (48 horas) antes da confirmação da  COVID-19 nessas pessoas (devido a fase pré sintomática da doença).


2. Critérios epidemiológicos para neonatologia (0-28 dias)

 

Critério 1: Recém-nascido internado desde o nascimento

 

RN com mais de 48 horas de vida, internado desde o nascimento*1 E

 

Com infecção pelo SARS-CoV-2 confirmada por RT-PCR em tempo real em amostra*2 coletada depois de 48 horas de vida.

 

 

Critério 2: Recém-nascido readmitido na unidade neonatal com menos de 7 dias após a alta.

 

RN, readmitido na unidade neonatal do mesmo hospital, com menos de 7 dias após a alta, com suspeita de infecção por SARS-CoV-2*3 E

 

Com infecção pelo SARS-CoV-2 confirmada por RT-PCR em tempo real em amostra*2 coletada na admissão E

 

Sem vínculo epidemiológico domiciliar (com pessoa com COVID-19 suspeita ou confirmada).

 

 

 

Critério 3: Recém-nascido internado por período > 14 dias 

 

RN, procedente do domicílio, internado por período > 14 dias, por outro diagnóstico E

 

Com infecção pelo SARS-CoV-2 confirmada por RT-PCR em tempo real em amostra*2 coletada após o 14º dia de internação.

 

Critério 4: Recém-nascido, internado por período > 7 dias e ≤14 dias

 

 

RN, proveniente do domicílio, internado por > 7 dias e ≤14 dias, por outro diagnóstico *4 E

 

Não foi classificado como suspeito ou confirmado de infecção por SARS-CoV-2 durante os 7 primeiros dias de internação*3 E

 

Com infecção pelo SARS-CoV-2 confirmada por RT-PCR em tempo real em amostra*2 coletada após o 7º dia de internação E

 

Durante a internação, teve vínculo epidemiológico de contato desprotegido *5 com:

a.    profissional de saúde identificado como caso confirmado de infecção pelo SARS-CoV-2 confirmada por RT-PCR em tempo real *2  OU  

b.    outro paciente que foi identificado como confirmado por RT-PCR  em tempo real na mesma enfermaria ou em leito de UTI sem isolamento*2   OU 

c.     acompanhante ou visitante que foi identificado por RT-PCR em tempo real*2

 

 

 

Observações: 

*RN com infecção pelo SARS-CoV-2 confirmada por RT-PCR em tempo real, coletado em uma ou mais amostras*2 nas primeiras 48 horas de vida, considerar possível transmissão vertical. 

*2 Amostra de: swab  de naso ou orofaringe OU aspirado de naso ou orofaringe OU aspirado traqueal OU lavado broncoalveloar. 

*3 Conforme definição de caso suspeito e confirmado do Ministério da Saúde: https://coronavirus.saude.gov.br/definicao-de-caso-e-notificacao 

*4 Para RN com até 7 dias de internação, a infecção por SARS-CoV-2 será considerada de origem comunitária ou originária de outro hospital, caso o RN tenha internação prévia. 

*Esse contato desprotegido do paciente com o profissional de saúde ou com outro paciente ou com acompanhante/visitante COVID-19 positivo (por RT-PCR em tempo real*2) deve ter ocorrido a partir de 2 dias (48 horas) antes da confirmação da  COVID-19 nessas pessoas (devido a fase pré sintomática da doença).  

 

Gerência de Vigilância e Monitoramento em Serviços de Saúde – GVIMS

Gerência Geral de Tecnologia em Serviços de Saúde – GGTES

Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa

gvims@anvisa.gov.br 

 

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